Noite de Autógrafos Fenig destaca a poesia urbana

Bollmann 2

Uma seleção de 60 poemas sobre cidades compõe o livro “Poesia Urbana”, do escritor Alexandre Bollmann, que autografa a obra nesta quinta-feira (18), às 18h30, na Noite de Autógrafos Fenig, promovida pela Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu. O evento, realizado na praça de eventos, no primeiro piso do TopShopping, faz parte do Programa Municipal de Incentivo à Leitura e à Escrita da Prefeitura de Nova Iguaçu e tem o apoio da Secretaria Municipal de Cultura. O objetivo é dar visibilidade e estimular a produção literária da cidade. A Fenig já realizou 80 Noites e Tardes de Autógrafos reunindo escritores e coletivos baseados no município e promovendo o encontro do escritor e sua obra com os leitores iguaçuanos.

“O livro Poesia Urbana é um passeio pelas cidades que habitamos, onde trabalhamos ou para onde viajamos, mas também um mergulho pelas cidades que habitam cada um de nós, seja como cenário ou personagem”, afirma o poeta Alexandre Bollmann. Morador do Centro de Nova Iguaçu, ele é advogado e sociólogo, atividades conectadas com a sua produção literária. Bollmann é integrante do Conselho Municipal de Política Cultural e de alguns dos principais coletivos literários da cidade, entre eles o “Aleatórios” e o “Encontro de Poetas e Afins”.  

O poeta Alexandre Bollmann autografa Poesia Urbana

A motivação para a escrita começou na década de 1990 no ensino médio. As aulas de literatura foram decisivas para sua vocação na escrita. “Um certo existencialismo de Carlos Drummond de Andrade, a sensibilidade de Vinícius de Moraes, o olhar crítico de Castro Alves e João Cabral de Mello Neto e o lirismo de Cecília Meireles, me influenciaram. Hoje tenho uma troca com os autores da poesia iguaçuana como Moduan Matus, Sil, Luiz Medina, Ivone Landim, e na prosa da cidade, com Jonatan Magella, Carlos Mendes, Carla Ribeiro e Marcel Peixoto, entre muitos outros da riqueza literária que é produzida aqui”, reforça Alexandre Bollmann.

O autor destaca a identidade existente na literatura da Baixada Fluminense. “É importante que a população de Nova Iguaçu tenha acesso a toda essa riqueza e perceba que não é preciso ir longe para encontrar uma boa leitura, e o principal, uma literatura que conversa com a nossa realidade”, finaliza Alexandre Bollmann.

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